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ASPR Em Dia nº 07 – janeiro/2017 – CONTABILIDADE GERENCIAL, REQUISITO PARA BOA GESTÃO CORPORATIVA

Desde 2008 a ASPR tem feito efetivos esforços, intensificados de 2011 para cá, quanto a estudos e  treinamentos dos seus profissionais, para entregar aos clientes,  não somente boa contabilidade financeira, mas também a gerencial. Os relatórios gerenciais, especialmente para a nossa carteira de clientes estrangeiros, são cada vez mais customizados e personalizados, atendendo requisitos para consolidação mundial.
Em  2009 a ASPR redefiniu o seu foco de atuação das atividades de INSOURCING e OUTSORCING , optando preferencialmente pelo MIDDLE MARKET, nacional e estrangeiro.
Nos últimos três anos, 2014/2016, fizemos forte investimento no desenvolvimento de soluções sistêmicas próprias de auditoria fiscal, além de contar com soluções do mercado.
Em 2016 investimos em novos sistemas  de Gestão para uso próprio e de clientes e em moderno sistema contábil, para melhor atender o cliente na Gestão do seu negócio. Implantamos também CRM.
Em que pese as incertezas, começa a ASPR em 2017, ano do seu Jubileu de Prata, determinada a perseguir a sua Missão: Fazer Gestão Corporativa de Qualidade.
Por oportuno reproduzimos artigo de 2011, o qual tratou da aproximação entre a contabilidade financeira e a gerencial.
“A APROXIMAÇÃO DAS CONTABILIDADES: GERENCIAL E FINANCEIRA
A ciência contábil – social, tem tido, mundialmente, cada vez mais importância.
Em função de sua convergência às normas internacionais – IFRS, tem este artigo o objetivo de se fazer chegar aos profissionais de contabilidade, dos meios, acadêmico e mercado, a  pergunta ao seu final.
Achamos oportuna e conveniente fazê-la.
O tema do artigo foi o título do 11.Congresso USP de Controladoria em julho/11.
Duas grandes divisões da ciência contábil: Contabilidade Financeira (CF) e a Contabilidade Gerencial (CG). A primeira se encarrega de prestar informações aos usuários externos. Já a CG se encarrega de prover de informações estratégicas os tomadores de decisão de âmbito interno, focadas no planejamento e controle. Essa é a sua essência.
Iudícibus (1998, p. 21) quando fala da caracterização da CG, resume:
“De maneira geral, portanto, pode-se afirmar que todo procedimento, técnica, informação ou relatório contábil feito “sob medida” para que a administração os utilize na tomada de decisões entre alternativas conflitantes, ou na avaliação de desempenho, recai na contabilidade gerencial.”
Em função dos escândalos econômico-financeiros ocorridos no início do século XXI, concentradamente nos Estados Unidos, e a crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008, demanda-se maior conhecimento por parte dos investidores acerca da saúde financeira das entidades. Para tanto, torna-se necessário que as companhias adotem padrões comparáveis de relatórios, a fim de propiciar aos stakeholders condições para que tomem decisões mais seguras em suas operações e/ou investimentos.
Por conta desta necessidade, a harmonização contábil no Brasil iniciou-se em 2008, instituída pela Lei 11.638, originada das normas do International Financial Report Standards (IFRS). No Brasil o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) editou o Pronunciamento Conceitual Básico, o qual contém Características Qualitativas da informação contábil, bases à CF e úteis à CG.
Feliz e finalmente a contabilidade brasileira deixou de ser somente para fins fiscais e societários. Aqui reside o importante papel, e desafio mesmo à academia.
Outro ponto a ser destacado com a adoção das IFRS é o fato de os contadores terem muito maior necessidade de julgamento de valor, o que, por muitas vezes, demandam conhecimentos que por vezes fogem a sua formação tradicional.
Conforme o Prof. Dr. Marcos Peters, em seu recente livro, IFRS no Brasil, pela IOB, diz na Introdução que na contabilidade vivemos o Império do Julgamento e quem não quiser julgar, será julgado por isto.
Neste contexto, temos que o ensino da CG deve contribuir para a formação de um contador global, para isso valendo-se de seus temas e explorando o quanto possível os aspectos sinérgicos à CF/IFRS.
Conforme Peters (2011 p. 302):
“A contabilidade gerencial aproxima-se da societária na medida em que as necessidades de informação dos investidores, tidas como usuários maiores da contabilidade societária, aproximam-se das necessidades de informação dos investidores”.
“Um exemplo clássico é o conceito de essência econômica sobre a forma jurídica.” (PETERS 2011 p. 302).
Outro trabalho que faz referência da relação entre às CG e a CF é o de Aguiar, Frezatti e Rezende (2005). Ao destacar os organismos internacionais normativos, entre eles a Australian Accounting Research Foundation (AARF, 2001), quando estes tratam das características qualitativas da informação contábil, o fazem com o foco na CF e afirmam “mas elas podem também ser consideradas na CG”.
Para melhor visualizar conceitualmente a CG:

Fonte: Ricardino ( 2005).
O tema,  a nosso ver,  é mesmo instigante.
Eis a pergunta proposta no início do artigo:
QUAL A RELAÇÃO E GRAU DE IMPORTÂNCIA NO ESTUDO E PRÁTICA DE TEMAS ATRIBUÍDOS À CG, EM FUNÇÃO DA ADOÇÃO DAS NORMAS IFRS NO BRASIL?
Ary Silveira Bueno – contador e diretor da ASPR
Robson Martins Bessa – contador e gerente executivo da PLP Brasil”
Conte com a ASPR em 2017, ano do seu Jubileu de Prata.
ASPR – Auditoria – Consultoria – Contabilidade
Sua Companhia de Gestão


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