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ASPR Em Dia nº 33 – maio/2017 – GESTÃO CORPORATIVA

 

I – INTRODUÇÃO
A ASPR tem muito bem definida a sua Missão e Visão. Os seus Valores são as alavancas para executarmos a Gestão Corporativa e alcançarmos a tão desejada prática da nossa Missão e Visão.
Os sócios da ASPR não abrem mão de trabalhar incansavelmente, para que ela seja referência em Gestão Corporativa.
Mas qual é ou seria, o melhor conceito de Gestão Corporativa? Estamos falando claro, de uma boa Gestão.
A ASPR entende que, não há como se ter boa Gestão Corporativa, sem que haja alta compreensão e prática pelos principais agentes da Governança (relacionados no conceito abaixo), quanto ao que representa a Governança Corporativa.
II – FUNDAMENTAÇÃO
Recorremos ao conceito de Governança Corporativa dada pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, que nos traz:
“Governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas”.
E mais:
“As boas práticas de governança corporativa convertem princípios básicos em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor econômico de longo prazo da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para a qualidade da gestão da organização, sua longevidade e o bem comum”.

Grifo nosso.

Observe a menção que, as boas práticas de Governança Corporativa contribuem para a Gestão da Organização, ou seja, para a Gestão Corporativa.
Portanto, conclui-se que não é possível ter boa Gestão Corporativa, sem Governança Corporativa, ou seja, sem o efetivo comprometimento dos agentes que fazem a Governança, em especial o administrador da Organização.
Ainda tratando do conceito de Governança Corporativa, o IBGC também fala que as suas boas práticas convertem Princípios Básicos (relacionados abaixo) em recomendações objetivas, levando a Organização a alcançar a eficácia e a efetividade da Gestão. Sabemos que elas são determinantes, para se alcançar a sustentabilidade e a perenidade da Organização.
Transcrevemos os Princípios Básicos dados pelo IBGC, acima mencionados:
Transparência – Consiste no desejo de disponibilizar para as partes interessadas as informações que sejam de seu interesse e não apenas aquelas impostas por disposições de leis ou regulamentos. Não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando também os demais fatores (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que condizem à preservação e à otimização do valor da organização.
Equidade – Caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (STAKEHOLDERS), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas.
Prestação de Contas (ACCOUNTABILITY) – Os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papeis.
Responsabilidade Corporativa – Os agentes de governança devem zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, levando em consideração, no seu modelo de negócios, os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional ETC.) no curto, médio e longo prazos.
III – CONCLUSÃO
Poderia parecer a princípio, que o estudo e a implantação de boa Gestão Corporativa, seriam aplicáveis somente às grandes empresas. Isso não é verdade. Mostramos que é necessário o comprometimento do administrador e da sua observação e aplicação dos Princípios Básicos descritos pelo IBGC.
Conclui-se então que as pequenas e médias empresas podem e devem almejar estar na era da informação e do conhecimento, do compartilhamento, aprendendo e ensinando e buscando a inovação e a criatividade, para fazer frente à única certeza, que é o das mudanças constantes, quanto às sempre novas regras de mercado.
A atribuição de fazer os sócios e administradores das pequenas médias empresas, entenderem esta clara e efetiva realidade é nossa, Profissionais da Contabilidade. Assumirmos esse nosso papel é emergencial, para ajudarmos a colocar o Brasil nos “trilhos”.
ASPR – Sua Companhia de Gestão

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