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ASPR Em Dia nº 34 – maio/2017 – GESTÃO DE PROFISSIONAIS – O REAL DESAFIO

Há algumas décadas, quando uma empresa possuía uma área muito forte, como a técnica, comercial ou financeira, era suficiente para ter algum ou muito sucesso. Vimos exemplos assim nas últimas décadas e trabalhamos em alguns deles.
No século XXI, em um mundo de profundas e permanentes transformações, econômicas, tecnológicas e sociais, as empresas precisam de muita eficácia e efetividade. Isso se faz necessário em todas as áreas, como na área técnica e no caso da ASPR, quanto às normas internacionais de contabilidade – IFRS, legislação tributária, trabalhista e societária, na área da tecnologia da informação, com a necessidade de modernos e eficientes sistemas de contabilidade, de gestão, de auditoria fiscal e em outras áreas.
Eficiência somente na área Técnica e de Tecnologia de Informação – TI, não são suficientes.       
A empresa tem a necessidade ainda maior, de trabalhar moderna e profissionalmente a sua área de Gestão de Pessoas – prefiro chamar de Gestão de Profissionais, sem o que o sucesso de qualquer empresa e/ou entidade, terá a sua sustentabilidade e perenidade, comprometidas.  
Todas as demais áreas também precisam ser muito eficientes, como: MKT, Comunicação, Controladoria, Governança e COMPLIANCE como um todo.
A ASPR por entender como indispensável dar atenção especial à área do seu Capital Intelectual, tem investido expressivo recurso financeiro e de tempo, em Gestão de seus Profissionais, contando com a consultoria da POTENS, especializada em RH.
O IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, conta com valiosas comissões técnicas e entre elas a Comissão Temática de Pessoas.
Em 12 de abril passado, a referida Comissão entrevistou as especialistas em Gestão de Pessoas, Nathalie Trutmann e Cristiane Piza, da HYPER ISLAND.
Elas falaram sobre como mudar o mindset e a cultura de uma organização, para que ela esteja adaptada aos novos tempos. E isso para elas é chamar de DDO –  Deliberately Developmental Organization, que em tradução livre seria Organizações Deliberadamente Desenvolvedoras.
Vale a pena ler a entrevista! Confira:
Reproduzo uma pergunta e resposta:
Como fazer com que as pessoas parem de gastar mais tempo num “segundo trabalho” e com as aparências, do que com o trabalho para o qual elas foram efetivamente contratadas?
NT: Confrontando. Sendo radicalmente honesto e liderando por exemplo. Se você fomenta uma cultura de medo, uma cultura em que a pessoa pensa que tem que esconder seus erros, seu lado mais vulnerável ou menos perfeito, você fomenta o “second job”.
Para resolver essa questão você precisa mudar toda a cultura e a maneira de pensar da empresa. Precisa mudar a política de seleção, as dinâmicas das reuniões, a maneira como as pessoas são avaliadas. Por exemplo, a pessoa é só avaliada pelo seu resultado ou também é avaliada pelo que ela contribui para o resto do time? Esse tipo de questão que as empresas precisam observar.
Mudanças, a única certeza!
Ary Silveira BuenoASPR – Sua Companhia de Gestão


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