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ASPR Em Dia nº 7 – abril/2014 – GESTÃO DE PESSOAS – O MAIOR DESAFIO DOS LÍDERES E GESTORES

I – INTRODUÇÃO

A atuação no meio corporativo há tempo deixou de ser espaço para empreendedores somente determinados, voluntariosos. Ela requer profissionalismo em tudo e em todas as áreas, quanto a custo, legal/jurídico, tributário, contábil, financeiro, econômico, marketing, vendas e especialmente quanto a recursos humanos – RH.

Se uma das áreas não funcionar a contento, desde micro à grande empresa, entidades do terceiro setor, empresas públicas, podem incorrer em efetivo risco e até se sucumbir. Há exemplos e recentes.

Mitigar riscos não é obrigação, é dever de toda a alta administração.

Quem pode dar conta de tanta exigência? Profissionais capacitados.

Como atender a toda essa demanda? Com Profissionais comprometidos.

Como ajudar líderes e gestores, no difícil e desafiador processo de comandar competentes e comprometidos profissionais? Com muito trabalho e gestão profissionalizada.

Saiba mais em artigo sobre Gestão de Pessoas: www.aspr.om.br

II – PESQUISA MUNDIAL SOBRE GESTÃO DE PESSOAS

A seguir o resultado de pesquisa mundial, a qual pode contribuir com líderes e gestores, os quais muitas vezes ficam em palpos de aranha, diante de tanta demanda.

Esse pequeno artigo é motivado pela matéria do Jornal Valor Econômico de 27 de março de 2014, página D3, a qual tem como título: Um dos maiores desafios do RH ainda é a formação de líderes.

A matéria se baseia em importante pesquisa feita pela empresa Deloitte, junto a 2.500 líderes de RH de empresas, em 94 países, sendo 40 executivos do Brasil.

Nessa pesquisa, os líderes de consultoria e gestão de capital humano da Deloitte, Brett Walsh e Jeff Schwartaz, dizem que é preciso ser um imã de talentos e não apenas pagar os melhores salários – conforme o Jornal Valor.

Eis o resumo divulgado pelo Valor, com base na referida pesquisa:

Trabalho no século XXI – Como gerenciar a área de RH nos próximos anos

Liderar e desenvolver:

1) Desenvolver líderes em todos os níveis da organização, com rapidez e por meio de programas globalizados;

2) Redefinir o aprendizado corporativo, compartilhando conhecimento on-line por ferramentas colaborativas e redes sociais;

3) Implantar um novo modelo de gestão de desempenho, que deve substituir sistemas de classificação rígida que preveem apenas uma avaliação anual;

4) Capacitar a força de trabalho, localizando e desenvolvendo talentos em meio à competição global por escassas competências técnicas e profissionais.

Atrair e engajar:

5) Revisar a captação de talentos e as ações de recrutamento, que requerem o uso cada vez maior de redes sociais;

6) Ir além da retenção e fazer da empresa um imã de talentos;

7) Aliar diversidade a uma cultura de inclusão;

8) Resgatar funcionários sobrecarregados, com o intuito de aumentar a produtividade individual e melhorar o desempenho geral.

Transformar e reinventar:

9) Requalificar a equipe de RH, que precisa compreender melhor como o negócio e o mercado funcionam;

10) Implementar recursos de analytics (análise de tráfego na internet) na área de recursos humanos;

11) Usar a computação em nuvem para integrar sistemas de RH, gerenciar talentos e reformular o recrutamento;

12) Definir práticas globalizadas para atrair, reter e gerenciar talentos.

III – CONCLUSÃO

Em ano de Copa do Mundo, cabe a analogia entre o meio corporativo e o futebol: Nada de zona de conforto, que o diga nos últimos dias os times – Santos e Barcelona, ambos derrotados em seus campeonatos, e o primeiro pelo Ituano de Itu, onde tudo é grande. Grande conquista do Ituano.

Ary Silveira BuenoContador, auditor e Diretor da ASPR

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